domingo, 16 de outubro de 2016

Colocando a Lei de Atração em prática #1

Hoje eu acordei no gás pra voltar a seguir e a testar a Lei de Atração e todos os mecanismos ligados a ela.
Refiz meu quadro de metas/visualização e aprendi que o interessante é focar uma área específica, e não tudo ao mesmo tempo como sempre queremos. A área que escolhi foi o amor, o campo afetivo, que já é o ponto que minha psicóloga e eu estamos trabalhando da terapia e é também o ponto forte que o Esquema do Abandono ajuda a avacalhar.

Sendo assim, fiz um mini mapa mental ilustrando o amor e as sensações e emoções ligadas a ele. Lembrando que o foco nunca pode ser na falta, e sim a vibração de completude, sentindo que já possuo e vivo todos esses sentimentos verdadeiramente num relacionamento.

Então, decidi me desafiar durante um mês. Sendo assim, vou tentar mentalizar todas essas coisas pra valer até o dia 16 de novembro. Pois, segundo a Programação Neurolinguística, o cérebro precisa de 21 a 28 dias consecutivos para tornar uma nova crença verdade. Isso era algo que eu já sabia há uns 2 anos, mas nunca consegui colocar verdadeiramente em prática. Então, resolvi aproveitar tudo ao mesmo tempo para fazer isso e realmente tentar levar até o fim.

Vou aproveitar também e agregar a isso a leitura do livro "A Magia", da Rhonda Byrne, e as atividades propostas na obra, porque na primeira vez em que tentei fazer, consegui ir só até o 7º dia (o livro propõe praticar os exercícios por exatamente por 28 dias). O foco do livro é a gratidão, então vou direcionar tudo pro campo afetivo. :)

Segue abaixo o mapa mental que fiz e também o planejamento para esta semana, até o dia 22 de outubro. Vamos que vamoooos!! :***

Mapa mental - Campo a ser trabalhado: amor


Planejamento - Semana 1



Mantra #5

"Eu sou a melhor coisa que pode acontecer na vida de alguém."

sábado, 15 de outubro de 2016

Flávia = amor

Oi, meu nome é Flávia. E eu estou vencendo o abandono. <3

Sobre o caos (mais do mesmo)

Eu não sei como vocês se sentem quando são rejeitados ou quando um amor não dá certo, mas eu posso dizer como eu sempre me senti a vida inteira: com vontade de morrer.

No sábado passado, como eu contei rapidamente aqui,  fui no casamento de uma amiga minha, e isso me ajudou a ressignificar algumas noções importantes que estavam quebradas em mim por inúmeras razões que envolvem minhas crenças péssimas sobre relacionamentos, as construções dos meus Esquemas, as minhas vivências afetivas, a formação da minha personalidade no meio do caos e várias outras coisas que estou, bravamente, tentando quebrar e reconstruir comigo mesma.

Por  que eu estou falando sobre isso?  Porque hoje eu precisei enviar uma mensagem pra pessoa com a qual eu estava me relacionando há quase um mês. Precisei cancelar nossas aulas. Não expliquei o motivo, mas a verdade mesmo é que minha saúde emocional fragilizada ainda não me permite ficar perto dele sem querê-lo por completo ou sem ficar triste por não ter dado certo. Ainda mais sendo ele o homem que é.
Conversar com ele hoje me abalou um pouco, porque eu esperava que me respondesse fria e curtamente pra que isso tudo terminasse logo, mas, para a minha surpresa (e desespero), ele foi a mesma pessoa maravilhosa de sempre. Eu não aguentei: desabei na hora. Chorei. Ainda estou um pouco triste, porque eu me pergunto quando é que essa coisa toda de amor um dia vai ser possível pra mim.  E porque na minha cabeça eu sei que estou perdendo uma pessoa ótima, mas que não pode ser pra dar certo comigo, porque às vezes a vida é assim mesmo.

Eu queria poder falar pra ele tudo o que eu senti nesse tempo em que estivemos juntos e o tanto de enfrentamento que eu fiz pra estar inteira a cada dia ao lado dele. Ainda que tenham sido poucos dias, por pouco tempo. Mas eu fiz o meu melhor pra mim mesma. Eu fiz o bom combate.  E mesmo que a minha emoção insista em dizer que eu perdi, uma parte consciente de mim está orgulhosa pela minha coragem. Até mesmo por ter desobedecido à minha psicóloga maravilhosa por acreditar que o amor pudesse ser possível de novo dentro de mim.
Essa mesma parte consciente me diz que eu dei o meu melhor e que foi muito, foi importante. E que está ainda mais orgulhosa por ter terminado com tudo assim que percebi que as coisas já não estavam indo bem. A percepção de que eu não estava mais me sentindo entusiasmada com os nossos dias veio rápido e, com uma semana e meia! Eu respirei fundo, chamei ele pra conversar e terminamos. Partiu de mim. Com uma semana e meia. Tempo recorde pra eu tomar coragem pra fazer isso. Uma vitória, que eu não tinha tido tempo ainda de perceber o quão grande ela é.

Logo após isso eu tombei, fui pro chão de novo. Entre oscilações de depressão, ansiedade, caos,  eu busquei, mais uma vez, sobreviver à rejeição. Àquilo que não é pra ser. Busquei a sobrevivência em perguntar chorando, angustiada, mais uma vez,  pro Senhor: "Meu Deus, quando vai dar certo? Eu tenho merecido isso tudo há tanto tempo. Por que vai tirar de mim de novo?".  E eu mergulhei de novo na minha boa e velha escuridão.
Porém, dessa vez havia diferenças significativas:

1. As crises de ansiedade foram drasticamente menores. Acho que relacionadas ao término,  tive apenas duas. Tive mesmo foi muita tristeza, mas percebi que, finalmente, eu estava aprendendo a viver o luto de verdade.
2. Fiz absolutamente tudo o que eu podia pra ficar bem. Tudo mesmo. Juntei meditação com Yoga com Pilates com tapping com tudo. Clamei por socorro, desabafei, contei pros meus amigos como eu me sentia; pela primeira vez eu compartilhei a minha dor.  Eu chorei na frente de alguém, demonstrei fraqueza e fui tentando me curar. Eu lutei como nunca tinha lutado antes pra ficar bem. E vou continuar lutando.

Hoje, como tive contato com ele, o gatilho da tristeza foi ativado, não teve jeito. Mas eu preciso muito que você saiba, Esquema do Abandono, que a gente precisa fazer as pazes, a gente precisa perceber que não tem abandono nenhum se nos damos as mãos. Se você aprende a não me massacrar pelos meus erros e eu aprendo a te aceitar.
Eu sei que ainda tá difícil, Esqueminha, que estamos apavorados, que ainda temos dificuldades em lidar com a rejeição, com a dor da falta, que a gente não consegue entender direito essa depressão forte que se assola sobre nós, esses choros compulsivos que me acompanham desde os iniciais anos de vida. Eu sei,  meu bem, que tá pesado, sempre foi duro demais. Mas eu tenho, principalmente, uma certeza absurda de que não há outro caminho de cura pra nós que não seja o amor.

quinta-feira, 13 de outubro de 2016

I loveeeee meee (so much!!!) :D

Passando só pra dizer que hoje teve:


  • Corrida/caminhada
  • Yoga
  • Pilates


aaaaaaaaand

agora, depois dessas dores musculares todas acumuladas, hahahaha, só me resta meditar!  *-----------*

SÓ ME RESTA DIZER QUE EU TENHO ME CURADO DAS MANEIRAS MAIS BONITAS DO MUNDOOOOOOOOOOOOOOOOOOO!!!

EU PRECISO GRITAAAAAAAAAAAAAAAAAAAR BEEMMM ALTOOOOOOOOOOO:


GRATIDÃOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOO, MEU DEUS, POR ME AMAR TANTO! <3

Caminhada/corrida como cura pro abandono

Hoje, depois de uns dois meses parada, eu voltei a caminhar. Sei que ainda não vou conseguir manter por causa da correria da faculdade, mas foi muito maravilhoso poder ir pra pista de corrida novamente. *---------*

Só de colocar os pés no chão de novo o coração já agradece, o corpo volta a sorrir, a mente se eleva e meu espírito se expande. É muita mágica junta! <3

(Obrigada, Senhor, por me mostrar possibilidades de cura tão bonitas)

Mantra #4

"Namastê."



segunda-feira, 10 de outubro de 2016

Dias de luta

Hoje, mais uma vez, foi um dia um pouco difícil. Pedi ajuda de novo, pedi socorro pra uma de minhas amigas maravilhosas, que também me acolheu. <3
 Eu tenho me apoiado do jeito que eu posso pra ficar bem. Tenho feito de tudo pra não me machucar e lidar com tudo isso de uma maneira melhor.

Às vezes bate uma culpa, pois sei que estou passando por isso de novo por não ter escutado minha psicóloga. Mas, enquanto conversava com a minha amiga, percebi que ter enfrentado esse pseudo relacionamento teve seu lado bom. Não em relação a ele, mas em relação a mim mesma. A todos os bons combates que fiz, mesmo fracassando agora no final. Aos meus enfrentamentos.

Eu ainda tenho uma certa dificuldade em lidar com essa coisa do que é dar certo em um relacionamento, pois são muitas frustrações acumuladas ao longo dos anos, desde pequena. Muitas coisas internas desorganizadas. Eu realmente não vejo a hora de ter paz.

Às vezes dá uma vontade de desaparecer. Aí eu lembro que prometi pra mim mesma que nunca mais ia desistir de mim. E não tenho desistido. Mas tem dia que dá muita vontade. Tipo hoje. :(

Vou assistir a alguns vídeos aqui pra ver se a vibe melhora. Hoje fiz Yoga cedinho e tentei uma nova técnica chamada EFT. Depois eu explico o que é. 

:*

domingo, 9 de outubro de 2016

Domingo, procrastinação e luta

Os domingos têm sido difíceis pra mim. 
Hoje, mais uma vez, passei o domingo inteiro dormindo e rolando de um lado pro outro na cama. Não fiz nada da faculdade, absolutamente nada.
No fim da tarde saí com dois amigos meus pra tomar açaí e foi só colocar os pés em casa de novo que a crise veio. O choro, o soluço, a depressão, a sensação de fracasso, o desespero.

Nisso, um outro amigo meu me chamou no WhatsApp pra saber como eu estava, pois na sexta-feira avisei geral na rede social que não estava bem (eu realmente estou aprendendo a pedir ajuda, a pedir colo pros meus amigos ao invés de apenas oferecer).
Então, hoje, no meio de mais uma crise de ansiedade, eu me abri. Desabafei, falei como me sinto sobre a vida, sobre as coisas, sobre a ansiedade, sobre o medo, sobre tudo, sobre a falta, sobre os amores que sempre dão errado, sobre a minha dificuldade em lidar com a frustração, sobre o desespero, sobre tudo. Chorei e abri meu coração. Pra minha surpresa, somos muito parecidos emocionalmente, mais do que imaginávamos. Isso gerou ainda mais intimidade pra nossa relação, quem diria, né?

Lutar contra o Esquema, contra essa depressão e desânimo que me invade de vez em quando, tem sido uma surpresa. Tem sido um dos maiores desafios da minha vida. Eu tenho caído e me escorado pra me levantar. Em alguns momentos eu acho que não vou conseguir, mas aí eu vou me escorando na parede pra me levantar de novo. Eu converso com o meu corpo e vou falando pra ele que vai passar, que ele é forte e vai aguentar bravamente, como ele tem feito desde quando eu nasci.

No fim das contas, meu amigo e eu nos redescobrimos. Ter angústias em comum também é um jeito de nos sentirmos humanos e preenchidos. É deixar o abandono um pouco menor. Ele me ajudou muito, muito mesmo. Eu nem sei como agradecer a Deus pelos amigos que eu tenho. Por todo esse amor. Gratidão profunda.

Agora vamos ali lidar com a culpa gerada pela procrastinação e pelo caos. Que Deus me ajude.

A cura #2

Acho que a cura do abandono tem a ver com o reencontro comigo mesma.
O abandono é o exílio de mim mesma.
Acho que já estava/estou no caminho certo. Não posso desistir.
Não vou desistir de mim. :)